Sem vilão definido, segundo ano de Roswell, New Mexico é inferior ao primeiro

Roswell, New Mexico se torno uma das minhas séries favoritas quando estreou no ano passado. Clichê que mistura o sobrenatural, o primeiro ano tiveram alguns deslizes, mas ainda assim teve um resultado positivo no final. Faz um pouco mais de dois meses que o segundo ano chegou ao fim, e um terceiro já está confirmado, por tanto, o resultado final não é tão positivo quanto o anterior. 

A temporada teve grandes momentos, e mostrar um pouco de como os três chegaram em nosso planeta é um deles. As cenas de flashbacks davam certa complexidade para a trama, mesmo que a trama no presente estivesse deixando a desejar. 

Durante os 13 episódios do segundo ano, muitas histórias foram contadas, mas nenhuma chegou ter alguma relevância no roteiro. A morte de Max foi resolvida de maneira muito simples, assim como muitos dilemas que apareciam e eram resolvidos sem muita ação e emoção. Aliás, trazer Rosa foi um tanto interessante no final do primeiro ano e deixou um bom plot, mas metade desse segundo ano a personagem só me causou ranço, ainda que ela tenha se redimido no final. O casal protagonista também não colou aqui, e Liz estava mais chata que o normal enfiada no laboratório e querendo mudar o mundo. E enfiar o ex-noivo na trama também não sei se é a melhor resposta, mas série da CW sem triângulo não é série da CW. 

O segundo ano de Roswell foi uma sucessão de ideias mal elaboradas, por tanto, ainda é um show que nos dá vontade de acompanhar por personagens carismáticos, como é o caso de Michael, Alex, Maria e Kyle, e acredito que com um vilão bem definido, o que não foi o caso aqui, e corrigindo alguns erros desse segundo ano, o show pode voltar a ter a qualidade de seu ano de estreia.

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