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| Foto: Reprodução/GShow |
“Três Graças” me devolveu a alegria de acompanhar uma novela do horário nobre com o mesmo entusiasmo de antigamente. A trama de Aguinaldo Silva, Virgílio Silva e Zé Dassilva trouxe uma história que não teve vergonha de ser novela. Todos os clichês estavam lá, mas com o talento dos autores e um frescor que só quem assistiu sabe.
Apesar de tentar acompanhar na íntegra, não consegui. Sigo minha maratona pelo Globoplay, já passando do capítulo 150, mas quero aproveitar que faz menos de uma semana do fim para deixar registrado o quanto Sophie Charlotte brilhou desde a sua primeira cena.
Gerluce em nenhum momento foi uma protagonista sem luz. Gerluce tinha luz, brilho, e isso é resultado da atuação potente de sua intérprete. Apesar de tantos destaques no elenco de “Três Graças”, no fim, tudo girava em torno da protagonista. Até mesmo seu par romântico estava mais presente na trama dela do que na própria história, que existia de forma rasa.
Então, sigo minha maratona e sigo vibrando com Sophie Charlotte e sua Gerluce, uma das melhores protagonistas dos últimos anos.

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