Fresno faz show histórico e catártico em Porto Alegre

Foto: Reprodução / Instagram

O ano era 2008 e eu deixava de fazer Educação Física para sentar no canto da quadra e dividir fones com as minhas amigas para escutar Fresno.
O ano é 2026 e eu sou um dos mais de 75 mil presentes no show que fizeram na Semana S, em Porto Alegre. Um sonho que a banda sonhou e os fãs sonharam juntos.

O show, que durou aproximadamente duas horas, teve músicas do novo projeto, “Carta de Adeus”, que, com menos de um mês de lançamento, já está na ponta da língua dos fãs, mas também teve aquelas músicas que eu ouvia no fone há quase vinte anos.

Quero começar elogiando a produção pelo palco alto, que facilitou demais para o público conseguir enxergar apesar do mar de gente; o áudio perfeito; e a banda...

A realização no rosto daqueles três caras só fazia tudo ficar ainda mais simbólico. Chorei. Chorei nas músicas novas, nas antigas, nas falas do Lucas e até mesmo no abraço que os três deram no final, para encerrar aquilo que foi uma realização pessoal deles — e nossa. “Diga, Parte 2”, “Eu Não Vou Deixar Você Morrer”, “Cada Poça Dessa Rua...”, “Redenção” na Redenção foi histórico, mas “Eu Sou a Maré Viva” não fica atrás de nenhuma dessas também. Catarse.

Uma banda gaúcha, com mais de 25 anos de estrada, segue lançando discos e marcando a vida de quem os acompanha. Não é para qualquer um, e isso fica nítido quando vemos que mais da metade das bandas de antigamente só se reúnem para algo pontual.

Uma última palavra para a banda: foda!


Se alguém souber quem foi o fotógrafo que tirou a foto do post
comente para que eu atualize a legenda.

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